domingo, 20 de março de 2016

Ou tono

A poesia pode ser a possibilidade de falar o inefável
Essa sua riqueza
Entre o azul e o vermelho (ambos ruins pra diabo)
Essa gente se engalfinha são todos delfins halterofilistas
As pessoas não ligam pra mim
Estamos no país que desperdiçou Joaquim de Sousa Andrade
Assim como tudo que há de bom pra cada um
Então
A zebra pro prêmio Nobel
A anta pro palácio
E o povo que se fomente
Na esperança de um país

Menos covarde

Nenhum comentário:

Postar um comentário