A
poesia pode ser a possibilidade de falar o inefável
Essa
sua riqueza
Entre
o azul e o vermelho (ambos ruins pra diabo)
Essa
gente se engalfinha são todos delfins halterofilistas
As
pessoas não ligam pra mim
Estamos
no país que desperdiçou Joaquim de Sousa Andrade
Assim
como tudo que há de bom pra cada um
Então
A
zebra pro prêmio Nobel
A
anta pro palácio
E
o povo que se fomente
Na
esperança de um país
Menos
covarde
Nenhum comentário:
Postar um comentário